De Atibaia – Parte VI
E que tal este outro exemplar de Pithecellobium tortum? Acho que já disse dezenas de vezes por aqui, que esta é uma das minhas espécies favoritas devido ao seu forte vigor e versatilidade, sendo adaptável aos mais diversos estilos de trabalho.
Com o tempo vamos aprendendo a selecionar melhor o material para trabalharmos, mas não tem jeito, no início investimos em muito material que não vai se desenvolver, damos cabeçadas em paredes insistindo em espécies e materiais que jamais tentaríamos se já tivéssmos alguma experiência. Tudo é aprendizado, tudo mesmo… Todo bonsaísta carrega nas costas o peso de ter matado várias plantas, jovens ou velhas, mudas ou bonsai prontos, todos erramos e é assim que aprendemos.
Ainda tenho um longo caminho pela frente, e através dos posts aqui no blog eu tento mostrar a minha evolução, tanto na parte teórica quanto prática. Um exemplo disso pode ser visto se vocês olharem os meus primeiros posts e as primeiras plantas adquiridas, e depois comparar com esses materiais que trouxe de Atibaia. E não tenho dúvidas de que com o passar dos anos, isso vai ficar ainda mais evidente, pelo menos eu espero, né?
De Atibaia – Parte V
Mais um pré-bonsai, vindo de Atibaia – SP, dessa vez do viveiro de Regina Suzuki. É um Pithecellobium tortum, uma das minhas espécies preferidas e que não hesitei em trazer quando estive por lá, assim que chegamos no Rio já troquei o vaso para este redondo, feito por Shugo Izumi, que era maior do que o vaso em que ele estava anteriormente, isso ajudou a planta a se recuperar e crescer mais (atualmente está com muito mais folhas do que nesta foto).
Na minha visão, é um material com um grande potencial e aos poucos irei postando sua evolução por aqui.
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Bem-vindos ao Projeto Bonsai
É um vício, eu confesso. Quando começamos não conseguimos mais parar, olhamos para nossas plantas e queremos acelerar o tempo, mesmo sabendo que isso não é possível. Acompanhe aqui as impressões e o aprendizado de um iniciante nesta arte milenar...


