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Azaléias

Se existe uma espécie florífera que fica muito bonita quando utilizada para bonsai, esta espécie é a Azaléia (Rhododendron).

Considerada por jardineiros japoneses como a pérola da coroa das plantas floridas, ela é uma das principais responsáveis por fazer com que as pessoas se encantem com o bonsai (principalmente as mulheres), e se uma azaléia no jardim, toda florida, já é algo bonito, quando vemos sua floração em um bonsai bem estruturado então… Andei lendo o livro Satsuki Azaleas for bonsai and azalea enthusiasts (Robert Z. Callaham) e já posso recomendá-lo, é excelente! Tanto pelos exemplos quanto pelas dicas de apresentação e até de como montar sua própria coleção de bonsai. O livro é bem completo (233 páginas), e ensina algumas técnicas interessantes como por exemplo a de enxerto de galhos (que é como se consegue a maioria daquelas azaléias com várias cores diferentes em uma mesma planta).

Satsuki Azaleas

Satsuki Azaleas por Robert Z. Callaham

O livro nos mostra algumas curiosidades também, como a pronúncia correta de palavra Satsuki, que no Japão é pronunciada “Sats’ki” e que as azaléias vêm sendo cultivadas desde o século XVII, isso porque antes da Era Edo (1603-1867), pessoas comuns eram proibidas de cultivar as Satsuki, e elas só começaram a ser trabalhadas como bonsai mesmo na Era Taisho (1912-1926), por conta da popularização do arame de condução de galhos/troncos.

A Satsuki só começou a aparecer na América do Norte por volta de 1936, quando B. Y. Morrison, através do Serviço de Introdução de Plantas, subdivisão do Serviço de Pesquisas Agrícolas do Departamento Americano de Agricultura, começou a trazer uma maior quantidade de Azaléias para solo americano… Bom, a história é longa e vocês podem ler tudo no livro (em inglês).

O livro pode ser comprado na Stone Lantern, ou na Tropical Bonsai (pra quem for do Rio de Janeiro), aliás falando na Tropical Bonsai, eles possuem várias azaléias em seu acervo, mas uma delas me chama atenção e nem é pelo tamanho ou pelo formato… Ainda não identifiquei o que é, mas já a fotografei para analisar melhor.

Azaléia da Tropical Bonsai

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Dois mil e dez

Ano Novo, vida nova. É assim que falam, não é? Não é sempre assim, mas essa frase é apenas para simbolizar a passagem de ano e a renovação das esperanças. E atualmente minha maior esperança é que o calor diminua, caso contrário o índice de morte nos bonsai vai aumentar muito. Tem feito tanto calor aqui no Rio de Janeiro que é preciso regar as plantas 4 vezes ao dia.

O calor é ótimo para o crescimento das plantas, porém quando se torna excessivo assim é um perigo, afinal a maioria de nós precisa trabalhar e como manter os bonsai protegidos durante nossa ausência? O ideal é deixar o bonsai em um local que não fique exposto ao sol das 11:00 às 14:00, e regar pela manhã e à noite, pois mesmo sem sol direto em cima do bonsai, o clima está abafado demais e a água vai evaporar nesse meio tempo.

Cuidado especialmente com as coníferas, juníperos e afins. São plantas bem sensíveis ao calor, assim como os Acers, Jasmins, Azaléias… Essa onda de calor é fatal para essas espécies.

Devemos aproveitar esse calor para pensar um pouco, ao invés de ligarmos os aparelhos de ar condicionado e continuar consumindo e poluindo o planeta. O Efeito Estufa é real, pro planeta isso pode não fazer tanta diferença afinal com água ou sem água ele vai continuar aqui, mas nós não. O Ser Humano não suporta temperaturas extremas e assim como estamos tendo altos picos de calor, as temperaturas abaixo de zero também chegarão (não no Rio de Janeiro, é claro), no Nepal já são mais de 240 mortos por conta do frio excessivo, e tudo está interligado.

Não é uma questão de Teoria do Caos, acho que devemos partir para a Teoria da Coletividade, a sujeira que você produz em um bairro que não é seu atinge os moradores daquela região, e assim como você suja lá, alguém de lá pode sujar o seu “quintal“. Pense no cenário micro (você, seu bairro, seu vizinho), e imagine o cenário macro agora (sua cidade, seu país, o país vizinho), é preciso que tenhamos atitudes micro para influenciar o macro. E não é questão apenas de reciclagem, é a reciclagem, o consumo consciente, o boicote a empresas que não “sejam verdes“. Aceitar que existe um problema é o primeiro passo…

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Proporção e dedicação

Como faço pra engrossar o tronco do meu bonsai?“, se você fizer uma rápida busca em fóruns, blogs e no Orkut, verá que essa é a pergunta que aparece com maior freqüência na internet. E não só na internet, todos os iniciantes na arte querem saber apenas essa resposta, como se um tronco grosso fosse garantia de que seu bonsai vai ficar bonito ou vencer algum concurso.

Não é uma questão de ser grosso ou fino, de ter 50 ou 10cm de base, é uma questão de proporção! O tamanho e a espessura de seu bonsai estão diretamente ligados à conicidade do mesmo e a parte técnica disso você pode aprender nesse ótimo post do Rock Jr. Mas você pode ter um bonsai com 2cm de base, desde que a altura dele seja proporcional à isso.

Tenho observado há um bom tempo, essa corrida desesperada por melhorar o material mas ninguém se pergunta o motivo disso. Pra que você quer um bonsai com 40cm de base? Nebari radial, conicidade perfeita… Por que você busca isso?

E por conta dessa corrida, vem a clássica resposta (muitas vezes a resposta é dada pela própria pessoa que fez a pergunta): “Vou colocar num escorredor de macarrão“, como se o escorredor fosse a resposta mágica para o desenvolvimento da planta (eu já fiz um post sobre essa técnica: Bonsai na mamadeira). Faça isso com um Ficus, por exemplo… Em um ano você vai perceber que se ele estivesse em um vaso preto de plástico, cresceria muito mais. Não existem fórmulas mágicas para o crescimento de sua planta, são diversos fatores que influenciam, desde o clima, até o vaso e principalmente o substrato aliado a uma boa adubação, mas acredite: Se você comprou o seu bonsai há 1 mês, e não possui experiência na arte, de nada vai adiantar colocá-lo em um escorredor.

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O caminho

Não existem atalhos, não existem caminhos fáceis.

Não adiantar tentar saltar, quando você nem aprendeu a andar…

Temos o péssimo hábito de correr para nos tornarmos melhores que alguém, uma corrida sem sentido só para satisfazer nosso ego. Está tudo errado, TUDO errado.

“E onde a sorte há de te levar
Saiba o caminho é o fim, mais que chegar” – Little Joy (Next Time Around)

O aprendizado é que deve ser o nosso combustível, o resultado final não tem que ser o foco, e sim o aprendizado!

Paciência e tranqüilidade sempre devem ser a tônica do nosso caminho, seja lá o que estivermos aprendendo. A noção de que sempre existirá alguém que sabe mais e outros que sabem menos, jamais deve ser esquecida.

A arrogância de se considerar o melhor será sua ruína.

Estou lendo o livro Post-Dated: The schooling of an (ir)reverent bonsai monk, escrito por Michael Hagedorn. É um livro que relata o aprendizado de Michael no Japão, onde se tornou aprendiz de Mr. Shinji Suzuki. Existem diversas curiosidades sobre esse livro, como por exemplo a diferença de idade entre Michael e Mr. Suzuki, 5 anos apenas (Mr. Suzuki é 5 anos mais velho). Pra começar, Michael não chama o seu mestre de mestre, a palavra certa é Oyakata, que vem desde os tempos dos Samurais e significa algo como Lorde E Mestre, é muito mais um conceito do que uma palavra em si. O aprendizado se torna algo como uma relação entre pai e filho, e com conceitos completamente diferentes dos nossos…

Post-Dated

Se são melhores ou piores, vai do entendimento de cada um, porém o respeito e a paciência com a qual eles lidam com bonsai deve ser reverenciada. Tudo é feito com extrema calma e delicadeza, não importando quanto tempo se demora, cada tarefa é encarada como uma lição e eu acredito que é assim que deveria ser.

Um exemplo disso foi quando Michael deixou cair alguma coisa em cima de um bonsai bem valioso, fazendo com que o vaso rachasse. Ele ficou preocupado, pois o vaso custava vários mil dólares, quando Mr. Suzuki entrou no estúdio e viu o vaso, nada falou, causando estranheza em Michael. A lição veio depois… Nas duas semanas seguintes, Michael ficou responsável pela manutenção daquele bonsai, sem trocar o vaso.

Conseguem perceber a sutileza do aprendizado? Ele rachou o vaso, e foi obrigado a encarar seu erro por 2 (duas) semanas! E mais ainda, conseguem perceber o valor dessa lição? Vocês aprenderiam algo caso isso acontecesse com vocês? Considerando nossa educação e cultura, muitos estariam aliviados apenas, já que não teriam que pagar o prejuízo causado.

Em outra ocasião, Tachi (outro aprendiz de Mr. Suzuki) deixou cair um vaso durante um evento, quebrando-o. E Mr. Suzuki o dispensou do trabalho pelo resto do dia. Michael compreendeu mais tarde que aquilo não era um dia de folga para Tachi, já que ele não conseguiria aproveitar o seu “descanso“, passaria o dia inteiro sabendo que havia sido dispensado pelo erro que cometeu e isso era uma vergonha imensa. Como bem disse o amigo Sergivaldo, aqui no Brasil provavelmente teríamos pessoas quebrando vasos de propósito se fosse assim.

O livro não ensina técnicas e nem possui uma galeria com plantas que jamais teremos em mãos, é “apenas” o relato de um aprendizado no Japão, e por “apenas” eu quero dizer TUDO. A empolgação (relatada por Michael) de Mr. Suzuki ao receber uma planta em sua casa, planta esta que ele só conhecia por fotos, é contagiante. A forma como ele descreve a planta, falando sobre seu jin natural dizendo que esse era seu diferencial, e que por conta daquela característica, ela era considerada uma planta da “liga dos campeões” e que jamais poderia ser melhorada, não importa por quem fosse ou que ferramenta de jin utilizasse… Eu sempre busco fazer um paralelo com o que vejo aqui no Brasil, e tenho certeza de que muitos que se julgam mestres por aí não pensariam duas vezes antes de “refinar” o trabalho nesta planta, só para demonstrar alguma coisa e tentar “melhorar” algo que não deveria ser mexido.

E vejam bem, não estou falando sobre as técnicas utilizadas por japoneses, chineses ou vietnamitas. Estou falando da relação entre mestre e aprendiz, entre bonsaísta e bonsai, entre o ser humano e o respeito pela vida, seja esta vida qual for. Lembrem-se disso quando forem transplantar, podar ou aramar seu bonsai que é um ser vivo também.

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Sergivaldo Costa

Mais uma novidade para vocês, graças ao crescimento do Projeto Bonsai agora temos mais um blog de um grande bonsaísta brasileiro: Sergivaldo Costa!

Auto-didata, Sergivaldo começou a cultivar bonsai em 1994 utilizando como material de estudo o pouco que havia disponível na época, revistas, fitas VHS (do Marcelo Miller) e materiais do gênero. Sua biografia pode ser lida por inteiro no seu blog aqui no Projeto Bonsai: http://sergivaldo.projetobonsai.com, o que acho interessante ressaltar é a sua dedicação com as plantas nativas de nosso país. Sergivaldo pode ser considerado de longe o maior defensor das espécies nativas, calliandras, pithecellobiuns, araçás e diversas outras plantas fazem parte de sua coleção, tudo feito na base da tentativa e acerto, com yamadoris, plantio de sementes, estaquias… Seu trabalho de divulgação através do portal Nativos do Nordeste era um dos pilares do Bonsai no Brasil, o portal infelizmente acabou, porém agora poderemos ver seus trabalhos na internet novamente.

Um dos seus trabalhos que considero mais impressionantes já está disponível no blog, que é o “Misho de Jurema Branca“, uma espécie fantástica que tive o prazer de conhecer através do próprio Sergivaldo, quando ele esteve em Niterói há alguns meses atrás.

Pra mim é uma grande honra ter este grande bonsaísta no time do Projeto Bonsai, e acredito que para os outros participantes do Projeto também. Seja muito bem-vindo, Sergivaldo, sinta-se em casa!

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Pyracantha

Lembram do último post de atualizações?

Desde a primeira intervenção, eu já pensava em fazer algumas mudanças “estruturais” na primeira planta, a Pyracantha que ganhei de presente da minha namorada. E há duas semanas eu tomei coragem… Cortei a raiz que estava definitivamente fora de contexto e troquei o vaso (o substrato já havia sido quase todo tomado por raízes). É complicado fazer uma intervenção assim, não para a planta em si, mas para você que está executando o trabalho.

É preciso perder o medo de arriscar, certas intervenções são necessárias para o melhor desenvolvimento do bonsai. Às vezes, observando o trabalho de bonsaístas que já estão há muito tempo praticando, vemos que eles reiniciam trabalhos que julgávamos prontos e ficamos sem entender: “Mas já estava todo formado, os galhos todos certos, porque reduziu mais ainda e eliminou toda aquela copa trabalhada?” E só conseguimos entender de verdade depois de um ou dois anos, porque muitas vezes as explicações não são suficientes, é preciso ver para crer.

Isso não chega a ser um “defeito” de quem está começando, é do ser humano mesmo, o medo de mudanças, medo de estragar o que foi feito até então… Mas com o tempo, e com o conhecimento adquirido, você passa a perceber que é preciso dar um passo para trás, para conseguir dar outros três para frente. Isso se torna bem mais fácil depois que passamos da “fase homicida“, onde na pressa de testar todos os tipos de intervenções, matamos muitas das nossas plantas.

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Novo blog

Não vou ficar dando desculpas pela minha ausência no blog, mas creio que agora vocês entenderão o motivo. Hoje foi oficialmente inaugurado o mais novo blog do Projeto Bonsai: Rock Jr, de Nova Lima-MG, faz parte da equipe agora e tenho certeza de que, assim como o Fabiano Costa, Rock terá imenso prazer em recebê-los e tirar quaisquer dúvidas que vocês possam ter. Abaixo, um pedaço da biografia deste bonsaísta que tem contribuído e MUITO para o desenvolvimento da arte no país:

[...]Tive muitos mestres, professores e amigos que me auxiliaram e me deram muita força nessa jornada. Horst krekeler, Tierry Font, Tooru Tsukui, David Benavente, Massahiko Kimura, Takeo Kawabi, Atsushi Terakawa, Harry Tomlinson, Willi Benz foram algumas dessas pessoas fora do Brasil.

Em 2004 consegui o meu primeiro prêmio internacional de Honourable Mention Winner no concurso internacional organizado pela Associação Nipônica de Bonsai, World Bonsai Contest 2004. E repeti o feito em 2005 e 2006.

Criei a Terra Bonsai em 1997 com o principal objetivo de fomentar e promover o crescimento e amadurecimento da arte em nosso país, principalmente com o cultivo das plantas nativas que, a meu ver, têm um potencial incrível.

Hoje sou discípulo de Salvatore Liporace, um dos mestres mais conceituados do mundo e junto dele organizo a Escola de Bonsai de Alta Qualidade, aqui em Nova Lima – MG[...]

Sintam-se à vontade para visitar o espaço dele e comentar, perguntar e fomentar o desenvolvimento da arte, pois só assim cresceremos.

Já repararam na barra localizada na lateral direta deste site? Mudou um pouco… Agora temos um calendário de eventos onde informarei a todos sobre eventos relacionados ao bonsai, independente do Estado ou cidade em que eles forem realizados (aliás, já existe um evento cadastrado, como vocês podem ver), então estejam sempre atentos. A criação do blog do Rock Jr. era uma das novidades que eu estava preparando para vocês, então continuem no aguardo que muitas outras ainda estão por vir.

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No começo…

Tenho recebido muitos e-mails (os quais planejo responder na próxima semana) de pessoas que acabaram de ganhar ou comprar um bonsai, e as dúvidas são basicamente as mesmas:

  • Como podar?
  • Onde cortar a raiz?
  • Como transplantar?
  • Como coloco os arames?
  • etc.

E eu só tenho uma única resposta para todos esses e-mails: Paciência.

Como eu já disse diversas outras vezes por aqui, bonsai é uma arte baseada na paciência. É preciso compreender que de nada adianta fazer todos esses procedimentos em seu bonsai recém-adquirido… É preciso observá-lo, entender suas necessidades para aí sim começar a mexer.

Quando digo que é preciso observar a planta, não é só filosofia, não são apenas palavras bonitas… Se começar a mexer sem saber o que fazer, você vai acabar matandoseu bonsai, e aí vai passar a achar (e espalhar) que cuidar de bonsai é difícil, quando isso está bem longe de ser verdade.

No Brasil temos a péssima mania de querer dar “um jeitinho“, de acelerar as coisas que deveriam ser lentas. Pense no Japão por exemplo, ou na China… Lá o bonsai é uma arte passada de geração para geração, claro que eles também usam técnicas para acelerar o crescimento da planta, mas mesmo isso é feito com calma e paciência. Acredito que o principal objetivo do bonsai é te deixar mais calmo, mais centrado, em contato com a natureza e com sua espiritualidade, então de que adianta realizar os procedimentos correndo?

Já vi diversos bonsaístas puxando o bonsai de seu vaso, sacudindo a terra para eliminar o torrão e arrancando suas folhas com as mãos, tudo isso em menos de 10 minutos. Funciona? Funciona… O resultado pode ser o mesmo para a planta, mas pessoalmente acredito que este não é o melhor caminho. Uma vez ou outra, quando o tempo é curto e a planta precisa ficar pronta logo, tudo bem, mas acho que cada poda, cada aramação, cada transplante deva ser feito com calma, sem interrupções e com muita paciência.

Também não estou dizendo que precisamos cuidar de nossas plantas pensando na próxima geração, mas é preciso compreender que tudo deve ser feito no seu próprio tempo, e que a pressa acaba resultando em um bonsai com “defeitos” básicos, que poderiam ser corrigidos se os procedimentos fossem feitos em etapas definidas.

Não importa o quanto você tente acelerar o processo, em menos de 2 anos (em média) não é possível considerar um trabalho “pronto. Então, a todos que me mandam e-mails querendo aprender tudo de uma vez, eu recomendo sempre a mesma coisa: Paciência. Aos poucos vamos chegando lá… Procure um curso de bonsai em sua cidade, se reúna com amigos bonsaístas e siga o caminho, um passo de cada vez. Aprenda sobre a fisiologia de sua planta, pesquise sobre sua espécie, entenda as reações dela às podas e transplantes antes de passar os arames, entenda as necessidades de seu bonsai antes de pensar na forma que ele vai ter.

Ps.: Estou devendo mais atualizações por aqui, né? Mas essa ausência é por uma boa causa, muitas novidades estão vindo por aí! Podem aguardar!

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