Jardim Botânico – Rio de Janeiro (Parte II)

Vamos à segunda parte das fotos do Jardim Botânico do Rio de Janeiro?

Tem como não se inspirar com paisagens como estas? Apesar de muito grande, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro é bem preservado, e graças à iniciativa de algumas empresas, isso se torna ainda mais fácil, vejam por exemplo o trabalho que a Amil fez no Bromelário:

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Jardim Botânico – Rio de Janeiro (Parte I)

A natureza sempre deve ser nossa primeira fonte de inspiração quando falamos de bonsai. Há muitas frase célebres de bonsaístas famosos por aí, e até difícil saber quem falou o que primeiro, mas existe uma frase, que gosto muito, é atribuída ao famoso John Yoshio Naka:

Não tente fazer a sua árvore parecer um bonsai, faça com que o seu bonsai pareça uma árvore.

E é isso mesmo, essa simples frase simboliza toda a filosofia da arte. E existe melhor forma de conseguir isso do que observar as árvores in loco?

Estive no Jardim Botânico (daqui do Rio de Janeiro) no dia 20 de Junho/2009, para buscar um pouco mais de inspiração (planejo fazer alguma trilha pequena na Floresta da Tijuca em breve também). Eu já conhecia o Jardim Botânico, mas quando estamos praticando a arte, vemos as árvores de uma outra maneira, mas não somente as árvores e sim todas as plantas, observem esse Jardim Sensorial, por exemplo.

A mistura de cores, texturas e cheiros é muito interessante, uma experiência que os portadores de deficiências visuais podem experimentar em um nível muito superior ao nosso, que não conseguimos isolar nossos sentidos e acabamos por não sofrer uma imersão total no ambiente.

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De Atibaia – Parte IV

Essa Pyracantha foi presente do Mestre Hidaka, então como todo presente merece um cuidado especial, certo?

A primeira providência foi realizar a troca de vaso, para que as raízes pudessem crescer mais lateralmente e o nebari da planta aparecesse mais também. Bonsai não é só estrutura (apesar deste ser um dos focos principais), a escolha de um bom vaso é uma das partes mais importantes da arte, pois valoriza (ou destrói) o trabalho feito na planta.

Nesse caso, não foi feito nenhum trabalho por enquanto, apenas a troca de vaso mesmo. Removi os pequenos frutos e algumas folhas, já que tive que cortar algumas raízes, então a remoção foi para reduzir o stress da planta.

Ela possui um movimento interessante desde seu nebari e a minha idéia é dar mais destaque à esse movimento. Não vou me preocupar muito com a copa por enquanto, quero que ela tenha galhos maiores para queno futuro eu tenha mais opções de trabalho.

Espero que consiga conduzir esta plantinha, para que ela seja uma peça permanente em minha coleção. Quem sabe eu não a leve para o Mestre daqui a 10 anos e mostre sua evolução?

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